Campos, ventos.
Liberdade que compõe a vida
Numa garrafa de mistérios, nada parece igual
Em um frio vidro de ar
Que explicita a nós a verdade
Reflete o que criamos
Mostra-nos o fim do túnel
Continuar por quê?
Sonhos?
Ilusão de possibilidade de vitoria
Sonhos, fantasia maremotriz de esperança
Ventos que deslizam sobre aerodinâmicas
Correr sem sentido
No infinito, nada parte da razão
Como o vácuo se faz o coração
Na pré-determinação do tempo
Se faz uma cronologia limitada para se
Na dimensão espacial, o que somos nós?
Desconsideravel finidade da garrafa
Somos força, motivo, começo, meio e fim
Ainda sim somos mortos.
Joilson Alves Targino
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